Moída. Parece que apanhei... De fato: foi uma baita paulada... estou torta e não desgrudo deste computador... Hoje ele e eu travamos uma luta daquelas... só que... EU VENCI.... Precisava agendar meu visto para os EUA. CADA PERGUNTINHA CHATA," pega ratão", sem nexo...MAS CONSEGUI!!!!..... acho que vão me negar o visto...(SERÁ??) MAS, CONSEGUI AGENDAR!!! E É claro que para o consulado mais charmoso do Brasil....Que fica onde????? ONDE???? YES!!!! Na cidade do RIO DE JANEIRO!!!! Dia 15 de setembro às 10:30 lá estarei, trocando os pés pelas mãos, me denunciando como uma "NON GRATA"...Numa hora dessas eu me apresento como um Mr. Bean, como um atrapalhado Inspetor Clousot, para não me comparar com um pior ainda: um Jerry Lewes ou mesmo com o Magro, o desditoso da dupla, embora minha figura atual atente mais para a configuração do Gordo...
GORDA, ATRAPALHADA, CANSADA.
RIO AGAIN!!! RIO AGAIN!!!! Vou dia 03 e volto dia 20.
Quero ver se faço um curso no Parque Lage, além é claro de matar de tantos beijos meus dois netos cariocas.Bye!
segunda-feira, 31 de agosto de 2009
sexta-feira, 14 de agosto de 2009
quinta-feira, 9 de julho de 2009
Eu no Orkut...
Já se viu algo assim? Dona Tania, 69, mãe de quatro; avó de sete; PRFESSORA (AINDA.!...)
metida com as implicações de uma coisa que tem este nome horroroso de ORKUT ? Lá me fui hoje bem faceira, acessar aquela página misteriosa... estava absorvida, lendo sobre meus netos e alguns conhecidos que lá encontrei, olhei fotos, ví o que conversavam entre eles, aventurei-me a deixar algumas mensagens..sentia-me adolescente na empreitada, meu voyerismo retardado se deliciando com as recentes descobertas... quando... o site fechou! saiu repentinamente do ar, deixando-me decepcionada e um tanto intrigada: terei feito alguma coisa errada? Quem sabe o tal de ORKUT desconfiado da minha idade tão pouco compatível com estas 'descabidas' incursões achou por bem reduzir esta abordagem, fazendo com que eu "me colocasse no meu devido lugar?."..
Não desisti, porém. Amanhã volto e insisto. Veremos quem vai vencer esta briga...
metida com as implicações de uma coisa que tem este nome horroroso de ORKUT ? Lá me fui hoje bem faceira, acessar aquela página misteriosa... estava absorvida, lendo sobre meus netos e alguns conhecidos que lá encontrei, olhei fotos, ví o que conversavam entre eles, aventurei-me a deixar algumas mensagens..sentia-me adolescente na empreitada, meu voyerismo retardado se deliciando com as recentes descobertas... quando... o site fechou! saiu repentinamente do ar, deixando-me decepcionada e um tanto intrigada: terei feito alguma coisa errada? Quem sabe o tal de ORKUT desconfiado da minha idade tão pouco compatível com estas 'descabidas' incursões achou por bem reduzir esta abordagem, fazendo com que eu "me colocasse no meu devido lugar?."..
Não desisti, porém. Amanhã volto e insisto. Veremos quem vai vencer esta briga...
segunda-feira, 6 de julho de 2009
PROVAS
Não sei por que este título... poderia ter escolhido "percalços" ou "azares'...acho que tem a ver com meu neto Leo que hoje estava realizando as provas de matemática e geografia-a família vivendo aquele suspense carregado de emoções dado o seu anterior mau desempenho nestas matérias...
Coitado do meu neto adolescente... 15 anos é pra curtir, pra descobrir os mistérios da vida e ele só às voltas com professor particular, cobrança exacerbada dos pais.... O conflito está posto. Instalado. Ele não consegue dar uma dentro. Morro de pena, mas não dá para eu me meter: só posso torcer aqui do meu canto e esperar que ele passe por estas provas e que amadureça. Que vença.
Minha filha sofre, meu genro também. A família toda se mobiliza, peocupada.
Hoje é dia 06 de julho de 2009. Vamos ver se, daqui a dez anos a gente vai poder rir de tudo isto e ver que os puxões de orelha, as brigas e as exigências foram benéficas na condução do processo educacional do meu neto Leonardo...
Percalços ou azares são os meus no dia de hoje: minha empregada Maria quebrou o dedo do pé: vai ficar um tempo sem trabalhar. Eu mereço...
domingo, 5 de julho de 2009
quarta-feira, 1 de julho de 2009
Coitadinho do Michael Jackson!
Lá se foi ele.... Acho que ainda não fez uma semana. Um cara diferente. Uma voz de criança num corpo que não queria envelhecer.Acho que foi suicídio. Involuntário. O sujeito faz tanta cagada(desculpe o termo) com seu corpo que o espírito não aguenta e se manda. O pobre menino que nasceu negro e que acaba se enterrando branco: mais branco do que a núvem que o levou para o céu... terá ido para lá?... sei, não... aquelas acusações de pedofilia, a não aceitação de sua imagem que ele tantas vezes quis remendar, as dívidas de milhões de dólares... sei, não...mas enfim, ele foi um artista que deixou uma marca inconfundível. Os fãs, com toda a certeza nem se perturbam com as acusações sobre a figura de seu ídolo: as notícias sobre sua morte ocupam paginas e páginas nos jornais, revistas e na televisão. Hoje mesmo recebi um e-mail onde aparece sua voz, ainda criança cantando BEN. É comovente. Trata-se da música que foi feita para o filme do mesmo nome, onde um menino e um ratinho sujo e maltrapilho(BEN)se tornam amigos.
Penso: Terá tido o Michael algum amigo verdadeiro? Por onde estava Ben na hora em que ele mais precisou?
MARACANGALHA
A troco este título? Assim que acessei o blog ele me veio à cabeça. cabeça oca, ou cabeça de osso p'´ra sopa como já dizia meu falecido pai, que deus o tenha...upa! esqueci de escrever" Deus" com letra maiúscula! vou me ralar com ele... aliás, já devo estar há muito tempo na sua lista negra... quando eu era pequena, minha avó nos assustava: "Deus tem no céu um livro: a cada boa ação que fazemos ele marca um risco com uma caneta de ouro junto ao nosso nome; mas, a cada maldade, o risco é feito com carvão...e quando morremos, se os riscos de ouro suplantarem os de carvão, a gente entra no céu...e, caso contrário... INFERNO!..." Bem, quanto a minha montanha de riscos pretos, nada mais posso fazer: Deus ficaria baratinado se eu começasse a praticar coisas boas: não posso, de repente, mudar meu perfil: melhor deixar como está e apostar no seu esquecimento: afinal, pensando bem, nem sou tão malvada assim... Acho que deveria ter um lugar para os nem tão maus e para os nem tão bons... aquele meio termo, sabe?Um espaço onde tudo fosse assim como a nossa vida é hoje: pacatinha, sem sobressaltos, confortável; um lugar onde não fizesse muito frio nem muito calor; onde a gente pudesse encontrar os amigos, conversar com eles, puxar um cineminha, assistir aos filmes que perdemos na nossa estada terrestre, as peças de teatro, os cursos que gostaríamos de ter feito... Taí, ó! este lugar poderia chamar-se MARACANGALHA... NÃO este lugar já existe. Não sei onde fica, mas que existe, existe
MARACANCALHA: Lembro bem: era o titulo de uma de uma música- mais precisamente uma marchinha de carnaval -anos 50/ 60?:
"eu vou p'ra Maracangalha eu vou! eu vou carregar Anália eu vou'... Se Anália não quiser ir eu vou só! Eu vou só, eu vou só sem Anália, mas eu vou...
Quem fez esta música estava bem decidido: deveria saber das maravilhas deste lugar...Será que ele foi?
ah! Maracangalha!....
quarta-feira, 3 de junho de 2009
Isaura
Verde. Com esperança. Isaura saiu do Hospital. Ligou-me hoje pela manhã: o médido disse que ela deverá continuar com a quimio para ver se o tumor regride.Estava alegre, mais animada. Sua costumeira força transparecia na voz.
Visitei-a por três vezes no hospital.Cada vez que fui, voltei arrazada.A gente não se acostuma com a miséria humana, com os conflitos, com a dor.( é mais fácil viver com o lado cor-de rosa da vida...)penso nos médicos e nas enfermeiras, em todo o staft de um hospital que se depara todo dia com estas mazelas e com o sofrimento constante. São uns abnegados. Meu marido é um desses. Meu genro também.Quem lida de perto com a doença, quem ameniza um pouco a chaga, merece o céu.E eu vivencio a luta constante destes seres que me cercam: para eles a busca da cura não tem hora: sua própria vida depende deste objetivo: são incansáveis, dedicados. Nunca ouvi deles menção da palavra cansaço, nunca a perda de uma atividade prazerosa foi lastimada em detrimento do chamado de um doente.
Mas, voltando à Isaura: tenho certeza de que dias melhores virão. Estou confiante.Ela merece.Acho que os médicos que a atendem também possuem o que ouso chamar de DIVINA CHAMA.
RIO, AGAIN
Verde-água como são as águas do mar que estou quase a ver mais uma vez... Coisa boa que estamos com viagem marcada para a Cidade Maravilhosa! AMO,AMO, AMO este Rio de Janeiro; terra adorada de encantos mil... Por que será que , nós, gaúchos somos tão desbragadamente apaixonados por esta cidade? Deve ser por que não temos mar...
Ou, então, quem sabe,seja pelo clima... ou o astral do carioca... O que nos fascina, na verdade é aquele nonsense, aquela balburdia, aquele sopro de liberdade e de alegria que vemos em cada esquina, nas ruas movimentadas: o povo parece estar sempre indo ou vindo de uma festa: são os casais de velhinhos passeando de mãos dadas, são as babás com seus brancos uniformes empurrando carrinhos com os bebês , é grupo que se distrai com o jogo de võlei ou de futebol, na beira da praia... há um movimento contante, parece que alguém só para e se estira na areia para pegar um bronze..para namorar ou para tomar sua água de coco.... Ai, maravilha que estou QUASE chegando lá..
Os portoalegrenses que me perdoem: Nossa cidade é linda, mas é muito gelada. Principalmente no inverno. E a gente se esconde dentro de casa e só sai para o necessário. Curto Porto Alegre no outono: não existe lugar melhor... mas, no INVERNO, nem pensar... Tchau, minha cidade! Vou te trair por estes dias.( por uma boa causa: aniversário de um ano do meu neto João Henrique...)
sábado, 23 de maio de 2009
Isaura
Cinza e com muita dor. Visitei-a no Hospital Santa Rita. Passei a tarde lá. Levei bananas, um creme hidradante, um exemplar de Seleções. Ninguém mais veio vê-la. Conversamos, conversamos, conversamos.Perguntou-me sobre a festa de quinze anos da Gabi, sobre a vinda do João Paulo e sua família; sobre a empregada, enfim, descrevi tudo e ela riu e acredito que esqueceu um pouco da doença.
Isaura está com a "maldita" a "infame" a que não perdoa.
No quarto estavam acomodadas cinco pacientes, todas com suas esperanças, todas com suas cruzes pesadas.Massacre. Algumas tinham companhia: pais bem velhinhos, irmãs, filhas...Isaura só tinha a mim nesta tarde.
Saí de lá com uma bola no estômago. Já quase anoitecia. Vim murcha na lotação.
Sinto que ajudei Isaura a ter esperança durante muito tempo aqui em casa, apoiando-a, permitindo que ela viesse trabalhar, mesmo com dificuldade.( dizia que trabalhando não pensava..-mas agora ela tem tido tempo demais para pensar: está internada há dez dias... )Muito fraquinha, apagadinha, amarela, febril.
Não queria que Isaura se fosse. Ela tem só 49 !Fiquei triste. Estou triste.
domingo, 26 de abril de 2009
Sob o domínio de um rato
RATO, SIM! ARRG!!! URG!!! Vi-o descendo, peludo, arisco, nogento, á mil por hora,por detrás do meu fogão... Fogão fácil de mexer. pois que sobre um estrado de madeira com rodinhas:( alta tecnologia: nossa cozinha não faz muito que foi remodelada.) Tudo novo; fogão. coifa, geladeira bancada, armários...E UM RATO MORANDO NA MINHA COZINHA NOVA!!!É bem verdade que a máquina de lavar louça é antiga.( assim como eu...) e credito a ela a instalação deste indivíduo por aqui: se a máquina não estivesse estragada eu não deixaria tanta louça suja sobre a pia á noite.( aguardando que a empregada a lavasse na manhã seguinte...)
Hoje quase morri de tanto limpar e esfregar, desde o teto, paredes, armários por dentro e por fora... arredei, móveis, enfim NADA FICOU A DESEJAR NO QUESITO LIMPEZA. Pensei: Ele vai encontrar tudo tão limpo e arrumado que vai procurar outra freguesia...
A noite fui com minha cunhada Graça a um desfile de modas. Na volta a triste certeza: O veneno que meu marido deixou sob a pia foi totalmente devorado... sinal de que ELE ou ELA continuam por aqui. E nós dois estamos inseguros: e se ele resolver fazer uma incursão pelos outros cõmodos?
SE quizer checar outros possíveis e aconchegantes espaços da nossa casa?
Um consolo: o veneno é poderoso. Uma pena: que seja um predador e não um daqueles fofos ratinhos dos filmes da Disney...
Sorry, RATATOUILLE, tua sorte já está traçada. Para nossa tranquilidade.
quarta-feira, 1 de abril de 2009
A DOR- DAY AFTER
Roxo, como convém, para marcar a dor. Um dia após.
Falei com minha amiga hoje cedo. Embora a voz sumida e algum choro diante de alguma lembrança mais sentida, ela está se recuperando: dormiu bem.
Entretanto, presumo que nesta primeira etapa, gente ligando, a casa cheia com os que tardiamente souberam da morte da Denise, ela não terá muito tempo para entregar-se á dor do luto.E esta dor, dizem os entendidos, é absolutamente necessária: existe no ser humano que precisa dizer adeus ao que partiu.Faz parte. É um rito de passagem.
Pensando bem, estes ritos nos acompanham desde o berço: vamos nos despreendendo de muitos deles, a medida que crescemos e amadurecemos: deixamos o seio, a chupeta,as fraldas, perdemos companhia de amigos, mudamos de escola, passamos por dificuldades ao passar da infância protegida para as crises da adolescência;perdemos nossa individualiddade quando nos unimos a alguém e quando nascem nossos filhos: já não podemos mais dizer que somos UM- somos a ponta de uma corda que se estica até o infinito.Já adultos, responsáveis, batalhamos até chegarmos ao que se chama de VELHICE. E isto, se, antes alguma doença física ou da mente não tenha nos atingido...Ah e as perdas? é a perda da visão, da mobilidade, do paladar, da audição:
Falei com minha amiga hoje cedo. Embora a voz sumida e algum choro diante de alguma lembrança mais sentida, ela está se recuperando: dormiu bem.
Entretanto, presumo que nesta primeira etapa, gente ligando, a casa cheia com os que tardiamente souberam da morte da Denise, ela não terá muito tempo para entregar-se á dor do luto.E esta dor, dizem os entendidos, é absolutamente necessária: existe no ser humano que precisa dizer adeus ao que partiu.Faz parte. É um rito de passagem.
Pensando bem, estes ritos nos acompanham desde o berço: vamos nos despreendendo de muitos deles, a medida que crescemos e amadurecemos: deixamos o seio, a chupeta,as fraldas, perdemos companhia de amigos, mudamos de escola, passamos por dificuldades ao passar da infância protegida para as crises da adolescência;perdemos nossa individualiddade quando nos unimos a alguém e quando nascem nossos filhos: já não podemos mais dizer que somos UM- somos a ponta de uma corda que se estica até o infinito.Já adultos, responsáveis, batalhamos até chegarmos ao que se chama de VELHICE. E isto, se, antes alguma doença física ou da mente não tenha nos atingido...Ah e as perdas? é a perda da visão, da mobilidade, do paladar, da audição:
terça-feira, 31 de março de 2009
A DOR
Acabo de chegar. As horas hoje foram minhas inimigas: volta e meia olhava, disfarçamente, para o meu falso Bulgari e elas: PARADAS...
Saí de casa lá por dez e meia. Cheguei no apartamento de Sarita carregando comigo o peso da dor e da dúvida: sofri ao saber da morte de Denise, fiquei baqueada: não esperava por este desfecho, assim, tão rápido; dúvida eu tinha em relação ao estado em que iria encontrar minha amiga.
Apreensiva, subi os seis andares, tentando reprimir minhas lágrimas: eu precisava demonstrar coragem e força: tinha ido até alí para ajudar.
Desde cedo, desde o instante do telefonema de Vera me perguntava: POR QUÊ? Por quê minha amiga tinha de passar por mais esta triste vivência? Já perdera o filho Rogério, com trinta e sete anos e, agora, sua filha mais velha, com cinquenta e dois.
Teria forças para não sucumbir?
Saí de casa lá por dez e meia. Cheguei no apartamento de Sarita carregando comigo o peso da dor e da dúvida: sofri ao saber da morte de Denise, fiquei baqueada: não esperava por este desfecho, assim, tão rápido; dúvida eu tinha em relação ao estado em que iria encontrar minha amiga.
Apreensiva, subi os seis andares, tentando reprimir minhas lágrimas: eu precisava demonstrar coragem e força: tinha ido até alí para ajudar.
Desde cedo, desde o instante do telefonema de Vera me perguntava: POR QUÊ? Por quê minha amiga tinha de passar por mais esta triste vivência? Já perdera o filho Rogério, com trinta e sete anos e, agora, sua filha mais velha, com cinquenta e dois.
Teria forças para não sucumbir?
segunda-feira, 30 de março de 2009
CÂNCER
A palavra já era um mistério entre meus avós e meus pais. Medo de pronunciá-la, medo de que sua simples menção poderia desencadear o processo e a 'maldita', prontamente viria instalar-se em algum membro da família... NÃO SE PODIA DIZER: '-o fulano está com câncer'. Dizia-se:-' fulano está com AQUELA DOENÇA'. Ao doente, escondiam o fato: médicos e familiares começavam, então a montagem de uma peça onde os mais convincentes eram os que já possuiam o dom da interpretação; '- você viu, o doutor falou que você tem uma 'broncoestasia pulmonar'... e os demais vibravam com a máscara que podiam usar: achavam que era mais sutil, menos triste e menos agressivo batizar desta forma o cãncer de pulmão do seu amado familiar.E neste fingimento, chegavam à cena final: o doente morria no último ato, sem ter conhecimento da sua real situação.Assim era.
As coisas se dismificaram com os estudiosos do assunto: hoje não se admite que um paciente não tenha conhecimento de sua condição. È certo que o baque da constatação: ",TENHO CÂNCER" aterroriza, deprime. A família se desespera, a casa cai. Mas a atitude positiva em relação à doença, a garra, a vontade de viver e de curar-se é um fator que auxilia: mudanças de atitude são verificadas em muitos indivíduos diagnosticados: eles começam a viver com intensidade os minutos dos dias que.supostamente ainda tem pela frente. e esses são cada vez mais longos, surpreendentes até em alguns casos.Poder-se-ia dizer, quem sabe,que as células cancerígenas perdem sua força.nesta guerra contra a vontade de viver.
E, por incrível que pareça,eu conheço pessoas que ainda vivem como no passado, usando daqueles mesmos subterfúgios mencionados acima: o doente está com' A DOENÇA', não tem idéia do que o está atingindo,e a família toda, está encenando a peça ' FINGIR ATÉ O FIM'...
As coisas se dismificaram com os estudiosos do assunto: hoje não se admite que um paciente não tenha conhecimento de sua condição. È certo que o baque da constatação: ",TENHO CÂNCER" aterroriza, deprime. A família se desespera, a casa cai. Mas a atitude positiva em relação à doença, a garra, a vontade de viver e de curar-se é um fator que auxilia: mudanças de atitude são verificadas em muitos indivíduos diagnosticados: eles começam a viver com intensidade os minutos dos dias que.supostamente ainda tem pela frente. e esses são cada vez mais longos, surpreendentes até em alguns casos.Poder-se-ia dizer, quem sabe,que as células cancerígenas perdem sua força.nesta guerra contra a vontade de viver.
E, por incrível que pareça,eu conheço pessoas que ainda vivem como no passado, usando daqueles mesmos subterfúgios mencionados acima: o doente está com' A DOENÇA', não tem idéia do que o está atingindo,e a família toda, está encenando a peça ' FINGIR ATÉ O FIM'...
quinta-feira, 26 de março de 2009
Seriguela- Cupuaçu- Pato no Tucupi e Por Aí Vai...
Nossa! Não sei explicar como, de repente estas palavras aparecem na minha mente... é claro que já comi sorvete de seriguela e também de cupuaçu...-amei-!Isto aconteceu em 1984, no nordeste. Mais precisamente em Fortaleza. Só tenho até hoje uma dúvida: COMO É a FRUTA, nasce em árvore ou arbusto? Também não investi muito na pesquisa: qualquer dia desses,- quem sabe?-acho a resposta.( quando a preguiça não for maior que a relevância...)E quanto ao PATO NO TUCUPI? ah! este prato ainda não provei... dizem que é um MUST lá do norte; fico imaginando: TUCUPI deve ser um molho... e o PATO? (Não sabia que havia criação de patos lá em cima: se o PATO é o principal prato típico, deve haver muita gente investindo- (em galinheiros?...): Seria este PATO inteiro, ou em pedaços? Frito? Assado? E a apresentação? - é servido sobre folha de alguma planta suculenta e desconhecida para nós, sulistas? Ah! Dúvida! e ainda assim,com esta ENORME DISTÂNCIA a nos separar e com tanta ignorância sobre as peculiaridades destes seres tão diferentes,não podemos nos furtar de exaltar nossa condição de IRMÃOS BRASILEIROS.
Nascemos neste país que é vasto e rico. De pequeninos já declamávamos Olavo Bilac: " Ama com fé e orgulho a terra em que nasceste'!-Criança , não verás jamais um país como este"... Assim mesmo, deste jeito. ..
Fui educada a amar o meu país e a minha gente. Estudei em colégios públicos, tive MESTRES (e não Trabalhadores da Educação), a quem muito devo. Penso o que diriam hoje se vissem o que está ocorrendo no NOSSO BRASIL: ( mais precisamente aqui no meu Estado):"professora atacada físicamente por aluna, com socos e pontapés, acaba no hospital com grave lesão ; professora sem controle, agride criança de cinco anos , colocando fita crepe em sua boca - pois a criança estava 'falando demais..." e agora pergunto: onde foi parar o nosso respeito pelas pessoas e pelas instituições? Por que esta agressão toda? Penso: que bom que meus pais e meus mestres não estão mais por aqui: eles sofreriam demais. Na certa.
E da digressão sobre os prazeres e costumes do norte e nordeste , acabei fazendo um desabafo sobre a educação e suas agruras atuais. Volto ao assunto,oportunamente. pois não está esgotado.
Nascemos neste país que é vasto e rico. De pequeninos já declamávamos Olavo Bilac: " Ama com fé e orgulho a terra em que nasceste'!-Criança , não verás jamais um país como este"... Assim mesmo, deste jeito. ..
Fui educada a amar o meu país e a minha gente. Estudei em colégios públicos, tive MESTRES (e não Trabalhadores da Educação), a quem muito devo. Penso o que diriam hoje se vissem o que está ocorrendo no NOSSO BRASIL: ( mais precisamente aqui no meu Estado):"professora atacada físicamente por aluna, com socos e pontapés, acaba no hospital com grave lesão ; professora sem controle, agride criança de cinco anos , colocando fita crepe em sua boca - pois a criança estava 'falando demais..." e agora pergunto: onde foi parar o nosso respeito pelas pessoas e pelas instituições? Por que esta agressão toda? Penso: que bom que meus pais e meus mestres não estão mais por aqui: eles sofreriam demais. Na certa.
E da digressão sobre os prazeres e costumes do norte e nordeste , acabei fazendo um desabafo sobre a educação e suas agruras atuais. Volto ao assunto,oportunamente. pois não está esgotado.
terça-feira, 24 de março de 2009
domingo, 22 de março de 2009
De profundis
Magenta purple. Cor do chapéu dos bispos,,, ou seria vermelho? quem sabe, dourado?Vejo muito brilho, quase tão ofuscante quanto o das tolas cabecinhas a saracotear nos desfiles das escolas de samba... E, POR QUE? PARA QUE? Qual a razão desta figuração que vem nos humilhando através dos séculos?O povo PRECISA deste aparato? Tanto maior a ostentação,tanto maior a fé?
"-Meu poder te subjuga, oh! incrédulo! quanto mais eu sacudir a poeira do meu manto de arminho, quanto mais colorido for o meu turbante e quanto mais ouro eu bordar nas minhas vestes, mais adorado serei...Não me negues esta performance : sem ela nada sou.
O branco.A Pureza. A Paz...Não me arrisco. ( sem graça...)Vivo do vermelho púrpura. A multidão embevecida reverencia esta escolha e eu a possuo, sádico; vejo a terra cobrir-se e a ela entregar-se,suas entranhas devorando-a, sedentas."
"-Meu poder te subjuga, oh! incrédulo! quanto mais eu sacudir a poeira do meu manto de arminho, quanto mais colorido for o meu turbante e quanto mais ouro eu bordar nas minhas vestes, mais adorado serei...Não me negues esta performance : sem ela nada sou.
O branco.A Pureza. A Paz...Não me arrisco. ( sem graça...)Vivo do vermelho púrpura. A multidão embevecida reverencia esta escolha e eu a possuo, sádico; vejo a terra cobrir-se e a ela entregar-se,suas entranhas devorando-a, sedentas."
terça-feira, 17 de março de 2009
ERIKA
Pensei encontrá-la ainda com vida quando,após dois meses, estava chegando ao Rio .Nós temos ido com frequencia á cidade maravilhosa desde que nossos netos nasceram.( Não queremos nos tornar avós ausentes, daqueles que as crianças tem receio de abraçar quando chegam perto... temos medo de nos tornar meros desconhecidos, já que a distãncia nos delegou esta circunstãncia...)
Avós e netos precisam conviver e, quando dá, lá estamos nós de malas prontas...
Pois em janeiro eu já sabia que Erika estava muito mal, mas imaginei que seus olhinhos matreiros não se fechariam até que eu chegasse.
Soube, ao desembarcar, que ela morreu enquanto eu voava.Engraçado: Nós duas alçando voo(sem acento...)mas com destinos diferentes: eu cheguei para o sorriso e o calordos meus filhos e netos, ela, para os braços dos seus amores que já a esperavam fazia algum tempo.(Danilo, Ida, Guilherme, Gilberto, Irma...)
Almas gêmeas, nós duas. Amigas do peito, nós duas.
Adeus, minha linda Madrinha! Hoje te dedico esta frase- (que copiei destas mensagens que vem pela rede -piegas, maçantes- mas que, desta vez, me caiu super bem): 'SAUDADE É O AMOR QUE FICA" .Não vejo como não ser desta forma: estas pessoas que já não estão fisicamente ao nosso lado, continuam conosco por tudo o que significaram para nós. Elas foram pedras na nossa construção e a saudade que sentimos ,com o tempo arrefece,dilui-se .A dor da ausência se torna menor diante da LEMBRANÇA: ficamos marcados eternamente pela graça de suas presenças em nossas vidas. Não dá para negar: Isso é AMOR
quarta-feira, 11 de março de 2009
segunda-feira, 9 de março de 2009
COZINHA LIMPA
Azul, como convém, para sinalizar meu estado de espírito no dia de hoje: agora, já mais tranquilo.
Pela manhã "subi as paredes", pois precisava limpar geladeira, fogão,coifa, armários e gavetas,na minha cozinha, além de substituir o local dos mantimentos pelo das panelas... Isaura, minha fiel ajudante fez o trabalho mais torpe, eu fiquei de faz de conta, mas tendo que supervisionar e dar meus pitacos, o que, para quem prefere um bom livro,trabalhar com pintura no ateliê, ou mesmo um' dolce far niente,' não é uma boa pedida...
Mas enfim, depois da coisa pronta, QUE DELÍCIA!!!!Tudo brilha: chão, paredes,dá até vontade de dançar e de cantar.
Sou desorganizada. Isaura, a santa Isaura não tem preguiça de atuar nos confins da sujidade: ela vai fundo e a gente fica pensando: eu não consigo ser do mesmo jeito: sinto que me falta este dom.Eu até faço. (0brigada-ransingando. ..)Demoro séculos, deixo coisas para depois, espicho a tarefa; ela em questão de poucas horas resolve o assunto. Eu levaria um, dois dias.
Isaura deve ter 1.60m. Atualmente pesa uns 40K.(para menos)... é criatura que nos deixa de queixo caído pois há cinco anos sofre de um linfoma, volta e meia está fazendo quimioterapia, transfusão de sangue, e JAMAIS deixa de comparecer ao trabalho. É nossa faxineira há mais de 20 anos. Mulher de fibra a Isaura. Muita fibra.
Ah! e ainda tem um defeito físico: uma perna mais curta, devido à paralisia infantil!
E a gente se queixa... do que, mesmo?...
Pela manhã "subi as paredes", pois precisava limpar geladeira, fogão,coifa, armários e gavetas,na minha cozinha, além de substituir o local dos mantimentos pelo das panelas... Isaura, minha fiel ajudante fez o trabalho mais torpe, eu fiquei de faz de conta, mas tendo que supervisionar e dar meus pitacos, o que, para quem prefere um bom livro,trabalhar com pintura no ateliê, ou mesmo um' dolce far niente,' não é uma boa pedida...
Mas enfim, depois da coisa pronta, QUE DELÍCIA!!!!Tudo brilha: chão, paredes,dá até vontade de dançar e de cantar.
Sou desorganizada. Isaura, a santa Isaura não tem preguiça de atuar nos confins da sujidade: ela vai fundo e a gente fica pensando: eu não consigo ser do mesmo jeito: sinto que me falta este dom.Eu até faço. (0brigada-ransingando. ..)Demoro séculos, deixo coisas para depois, espicho a tarefa; ela em questão de poucas horas resolve o assunto. Eu levaria um, dois dias.
Isaura deve ter 1.60m. Atualmente pesa uns 40K.(para menos)... é criatura que nos deixa de queixo caído pois há cinco anos sofre de um linfoma, volta e meia está fazendo quimioterapia, transfusão de sangue, e JAMAIS deixa de comparecer ao trabalho. É nossa faxineira há mais de 20 anos. Mulher de fibra a Isaura. Muita fibra.
Ah! e ainda tem um defeito físico: uma perna mais curta, devido à paralisia infantil!
E a gente se queixa... do que, mesmo?...
segunda-feira, 2 de março de 2009
INICIO DAS ATIVIDADES na GARATUJA
Garatuja- Arte para crianças e adolescentes.
Atelier às Quintas e Sextas -feiras
Reinício:
DIA 05 de março de 2009 -quinta-feira
Turno da Manhã: das 10 às 12 h
Turno da Tarde: das 14:30 às 16:30h
Valor: R$180.00, incluido o material
pagamento antecipado até o dia 05 de cada mês
Orientação: Tania Couto e Ana Edi Wolff
Atelier às Quintas e Sextas -feiras
Reinício:
DIA 05 de março de 2009 -quinta-feira
Turno da Manhã: das 10 às 12 h
Turno da Tarde: das 14:30 às 16:30h
Valor: R$180.00, incluido o material
pagamento antecipado até o dia 05 de cada mês
Orientação: Tania Couto e Ana Edi Wolff
OLHA EU AQUI
quinta-feira, 1 de janeiro de 2009
Janeiro/2009. Quem diria?!!!!!
Difícil de acreditar. Mas cheguei até aqui. Não foi uma maratona de S. Silvestre, mas tb. não foi uma voltinha na quadra. Digo até que foi melhor do que se esperava daquela guriazinha de tranças, da "alemoa"de olhos azuis que viveu seus dias contando núvens, acreditando que o sonho era maior do que a realidade circundante: daquela que fingiu saber tudo que não sabia; daquela que construiu um castelo e fingiu ser uma linda princesa:e da que estudou, namorou, casou, viajou; engordou e emagreceu mil vezes; a que foi mãe, professora, jornalista,orientadora educacional e finalmente artista-plástica... mil e uma profissões,mas, sempre dedicada, cumpridora das regras, sem abdicar das núvens e dos sonhos: no fundo continuo princesa. Talvez por isso tenha alcançado este janeiro de 2009...
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