Visitei-a por três vezes no hospital.Cada vez que fui, voltei arrazada.A gente não se acostuma com a miséria humana, com os conflitos, com a dor.( é mais fácil viver com o lado cor-de rosa da vida...)penso nos médicos e nas enfermeiras, em todo o staft de um hospital que se depara todo dia com estas mazelas e com o sofrimento constante. São uns abnegados. Meu marido é um desses. Meu genro também.Quem lida de perto com a doença, quem ameniza um pouco a chaga, merece o céu.E eu vivencio a luta constante destes seres que me cercam: para eles a busca da cura não tem hora: sua própria vida depende deste objetivo: são incansáveis, dedicados. Nunca ouvi deles menção da palavra cansaço, nunca a perda de uma atividade prazerosa foi lastimada em detrimento do chamado de um doente.
Mas, voltando à Isaura: tenho certeza de que dias melhores virão. Estou confiante.Ela merece.Acho que os médicos que a atendem também possuem o que ouso chamar de DIVINA CHAMA.


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